"Villa de Chaves"

Planta da cidade de Chaves, séc. XVIII Durante a Guerra da restauração (1640-1668) foram feitas alterações às defesas da cidade de Chaves. Para dar resposta no contexto militar à moderna artilharia foram construídas, sob a direcção do Governador Militar, D. Rodrigo de Castro, Conde de Mesquitela, as muralhas da Villa, mais baixas, com um traçado abaluartado. Erguido o revelim da Madalena e o Forte de S. Francisco foram as etapas seguintes. A planta que se encontra na Torre do Tombo, em Lisboa, ilustra a particularidade da toponímia da cidade de Chaves durante o final do século XVIII, onde podemos identificar facilmente a ponte romana que dá acesso principal ao burgo no tempo do Marquês de Pombal. No contexto da Guerra Peninsular (1808-1814) estas defesas voltariam a ser reforçadas dando-lhe a importância militar dentro do contexto nacional. Estas muralhas foram lentamente absorvidas pelo progresso urbano contributo dado pela pacificação entre os dois povos (português e espanhol).

Planta da cidade de Chaves, séc. XVIII

Durante a Guerra da restauração (1640-1668) foram feitas alterações às defesas da cidade de Chaves. Para dar resposta no contexto militar à moderna artilharia foram construídas, sob a direcção do Governador Militar, D. Rodrigo de Castro, Conde de Mesquitela, as muralhas da Villa, mais baixas, com um traçado abaluartado. Erguido o revelim da Madalena e o Forte de S. Francisco foram as etapas seguintes. A planta que se encontra na Torre do Tombo, em Lisboa, ilustra a particularidade da toponímia da cidade de Chaves durante o final do século XVIII, onde podemos identificar facilmente a ponte romana que dá acesso principal ao burgo no tempo do Marquês de Pombal.

No contexto da Guerra Peninsular (1808-1814) estas defesas voltariam a ser reforçadas dando-lhe a importância militar dentro do contexto nacional. Estas muralhas foram lentamente absorvidas pelo progresso urbano contributo dado pela pacificação entre os dois povos (português e espanhol).